Preso por envolvimento no assassinato da médica Milena Gottardi, o ex-marido dela, o policial civil Hilário Antônio Frasson, divide cela com mais três pessoas na Delegacia de Novo México, em Vila Velha, onde funciona uma espécie de presídio específico para policiais que cometem crimes.

Hilário e o pai, Esperidião Carlos Frasson, 71 anos, são acusados pela polícia de serem os mandantes da morte de Milena. Ela foi assassinada com um tiro na cabela, quando saía de um plantão no Hospital das Clínicas, em Vitória, no dia 14 de setembro.

Segundo uma fonte da reportagem, até as 14 horas desta sexta-feira (22), Hilário não havia saído da cela, no entanto, ele tem direito de ficar no pátio das 8 horas às 17 horas para tomar banho de sol e fazer outras atividades, como estender roupas.

Atualmente, há dez presos dividindo as três celas da delegacia. Eles têm direito a três refeições: café da manhã, almoço e janta. As visitas acontecem aos domingos.

Hilário foi detido por volta das 17 horas desta quinta-feira (21), enquanto trabalhava, em cumprimento a um mandado de prisão temporária expedido pelo juiz Marcos Pereira Sanches da 1ª Vara Criminal de Vitória. A prisão temporária tem prazo de 30 dias.

O policial chegou à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) às 17h26. Ele estava em uma viatura acompanhado de dois delegados da Corregedoria da Polícia Civil. Hilário entrou na DHPP sem algemas. Ele também passou pelo Departamento Médico Legal (DML) antes de ser encaminhado para a cela na delegacia de Novo México.

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