“Sou pernambucano, conheço a trajetória dos clubes do Nordeste, principalmente do Bahia, equipe bicampeã brasileira. O Fernando Prass realizou o sonho de jogar na Seleção Brasileira aos 38 anos. Eu, aos 32, consegui chegar em um grande clube do futebol brasileiro, o Bahia. É uma oportunidade única na minha vida”. As palavras do goleiro Anderson ao desembarcar em Salvador para ajudar o Tricolor em 2016 não mudaram. Na verdade, mudaram sim. O sentimento aumentou. Com mais oportunidades em 2018, o experiente arqueiro hoje fala como um torcedor do Esquadrão de Aço. “Hoje, se eu parasse de jogar, ia ter 20 mil sócios e eu. Hoje eu sou Bahia. A minha maior alegria aqui foi entrar na Copa do Nordeste e subir aquela ladeira (antes do Ba-Vi decisivo da Copa do Nordeste 2017). Nunca senti aquele calor humano. A torcida não pede para ganhar, pede para ter raça. Aquilo motiva. Quando cheguei, eu disse que queria buscar um clube grande e consegui. Falo para o pessoal aqui que se for para sair daqui, vou para casa. Era o que eu buscava como atleta. Cheguei e vai ser difícil sair agora”, revelou, em entrevista ao Bahia Notícias. Apesar de não ter a faixa de capitão, Anderson é líder e age como um motivador antes das partidas no vestiário do clube. Mas nem sempre foi assim. “Fui capitão com 17 anos, me lembro que Givanildo Oliveira me colocou de capitão em um Sport contra Santa Cruz na Ilha do Retiro lotada, não sabia o que falar (risos)”, explicou. No papo com a reportagem, Anderson comentou sobre a disputa pela titularidade, a chegada de Enderson Moreira, aposentadoria e o futuro do Esquadrão nas competições do ano.

Fonte : BahiaNoticias

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