O chefe da Casa Civil de Salvador, Luiz Carreira, disse nesta quinta-feira (12), durante entrevista ao programa “Isso é Bahia”, na rádio A Tarde 103,9 FM, com Fernando Duarte e Jefferson Beltrão, que “o Inema e a Embasa dificultaram o máximo que puderam” para atrasar as obras do BRT.

“Tivemos que conseguir licença na Justiça. Não fizemos em nenhum momento com governo do Estado, mas estamos sempre sofrendo com BRT. O Inema mesmo com pareceres favoráveis internos, não emite licença”, acusou.

O chefe da Casa Civil contou que a situação fiscal da prefeitura ainda é confortável. “A dívida ela é crescente. fizemos coincidir com momento que liquida os precatórios. Então vai continuar. O mais importante da dívida é o perfil. Se você tem capacidade de pagar. A capacidade de endividamento da prefeitura é de R$ 7 bilhões. Chegamos só a R$ 1,9 bilhão. A capacidade pagamento anual R$ 700/800 milhões. Não usa nem 1/3 disso. A situação é confortável ainda, mas temos responsabilidade fiscal. Por isso sempre todo ano a gente senta refaz a conta, rediscute. O prefeito reúne toda as secretarias para bater o orçamento, dizer as prioridades”, analisou.

Carreira disse também que o próximo prefeito vai ter dificuldade de desfazer organização fiscal se não tiver o mesmo espírito. “A situação hoje é, se entrar alguém que não tenha esse mesmo espírito, vai ter alguma dificuldade de desfazer o que vem sendo feito, pois já esta consolidado como uma cultura”, completou.

Fonte: BahiaNoticias

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