A Justiça bloqueou os bens da prefeita de Montanha, Iracy Baltar (DEM), e de outras seis pessoas por contratações indevidas de serviços e fraudes nos processos licitatórios.

A informação foi passada pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) nesta terça-feira (16), órgão que, inclusive, foi que ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) por Ato de Improbidade Administrativa contra os sete denunciados.

De acordo com a ACP, os contratos firmados entre o município de Montanha e o Instituto de Gestão Pública (Urbis), entre 2009 e 2012, estavam ausentes de justificativa e foram direcionados. Foi promovida uma terceirização indevida de serviços que poderiam ser executados por técnicos do município.

Além disso, segundo o Ministério Público, o instituto foi remunerado por serviços que não prestou causando prejuízos ao erário público. Na época dos fatos, a atual prefeita também estava à frente do Executivo municipal.

A Justiça recebeu ação do MPES e determinou o bloqueio de bens dos requeridos, considerando o prejuízo total de R$ 520.644,05 aos cofres da administração pública.

Outro lado
A assessoria da Prefeitura de Montanha informou, por telefone, que Iracy não foi citada oficialmente no processo e que ainda não foi notificada da decisão, por isso ainda não pode se pronunciar sobre o que não tem conhecimento. Entretanto, garantiu que todos os contratos firmados pela prefeita na época foram feitos à luz do jurídico e reafirmou o compromisso com a ética e com a lisura.

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